Estamos em pleno século XXI e, diga-se de passagem, nunca se viveram dias melhores. Não falo da política, nem do desporto, nem tão pouco dos temas que exacerbam mentes corruptas, que o “sal já não consegue salgar”. O assunto é de outra ordem, de outros caprichos, de outro emblemático problema. Aqueles que outrora foram aclamados como “o peito ilustre lusitano” e dos quais foram exaltadas inúmeras qualidades, viveram sempre na via do defeito. O defeito de expelir a dissemelhança, desaprovar a desigualdade, desprezar o que é diferente. Podê-lo-ia repetir vezes sem conta, de outros modos, mas estaria a ser diferente. Diferente de quê? Ou diferente de quem?
A nossa sociedade vive de padrões. Padrões preconceituosos que definem a liberdade de cada um de nós no seu meio. Todos podemos ser diferentes, mas nunca diferentes. Contraditória a expressão, mas não a sua explicação. É certa e plenamente aceite a existência de mulheres “donas de casa”, e de homens “trolhas”, que, passo a redundância, são diferentes. Mas será tão certa e aceite, uma situação onde se invertam os papéis? É claro que não. Diferente não. Ou porque ela simplesmente não é homem, e o lugar dela não é nas obras, ou porque ele é um “pau mandado” e faz tudo o que a mulher quer.
Evidentemente que o “Zé Povinho” não se apraza apenas com uma mera imposição de carácter laboral. O condicionamento da liberdade vai mais longe. Debrucemo-nos sobre a moda. Todos podemos escolher a roupa que usamos, os sapatos que calçamos, e tudo o que esteja relacionado com o nosso estilo perante a vida. De forma alguma eu me atreveria a colocar anteriormente “podemos escolher livremente”. E porquê? Porque estamos mais uma vez condicionados aos olhos da sociedade. Porque sabemos que se forem ultrapassados determinados limites, far-se-á troça ou simplesmente desprezar-se-á o que não é igual.
Poderia escrever, deste texto, várias páginas a exemplificar o quão gratificante é viver nesta sociedade. Facilmente se detecta a ironia neste pensamento, que mais não é que o desabafo de um vulgar mortal num mundo de comuns mortais. “I have a dream…” dizia Martin Luther King. Será que em cada um dos Portugueses também há? Será que Portugal ainda tem sonhos? Ou estamos condenados à imortalidade da via do defeito? Eu tenho um sonho. Ser diferente e continuar a ser gente…
A nossa sociedade vive de padrões. Padrões preconceituosos que definem a liberdade de cada um de nós no seu meio. Todos podemos ser diferentes, mas nunca diferentes. Contraditória a expressão, mas não a sua explicação. É certa e plenamente aceite a existência de mulheres “donas de casa”, e de homens “trolhas”, que, passo a redundância, são diferentes. Mas será tão certa e aceite, uma situação onde se invertam os papéis? É claro que não. Diferente não. Ou porque ela simplesmente não é homem, e o lugar dela não é nas obras, ou porque ele é um “pau mandado” e faz tudo o que a mulher quer.
Evidentemente que o “Zé Povinho” não se apraza apenas com uma mera imposição de carácter laboral. O condicionamento da liberdade vai mais longe. Debrucemo-nos sobre a moda. Todos podemos escolher a roupa que usamos, os sapatos que calçamos, e tudo o que esteja relacionado com o nosso estilo perante a vida. De forma alguma eu me atreveria a colocar anteriormente “podemos escolher livremente”. E porquê? Porque estamos mais uma vez condicionados aos olhos da sociedade. Porque sabemos que se forem ultrapassados determinados limites, far-se-á troça ou simplesmente desprezar-se-á o que não é igual.
Poderia escrever, deste texto, várias páginas a exemplificar o quão gratificante é viver nesta sociedade. Facilmente se detecta a ironia neste pensamento, que mais não é que o desabafo de um vulgar mortal num mundo de comuns mortais. “I have a dream…” dizia Martin Luther King. Será que em cada um dos Portugueses também há? Será que Portugal ainda tem sonhos? Ou estamos condenados à imortalidade da via do defeito? Eu tenho um sonho. Ser diferente e continuar a ser gente…
2 comentários:
olha parece estupido mas...nao vou comentar o que publicas-te...apenas vou dar t uma resposta ao teu comentario...
em pimeiro, sim, sou maluca por peluxes, no meu kuarto quase que nem tenho sitio pa mim...parece exagero mas nao é , é mesmo verdade...
agora outra coisa.......
muito mais complicada....
Nao te vou dixer o que deves fazer nem coisa parecida...apenas que sigas o teu coraçao, pk esse sim, da respostas verdadeiras...Muitas vezes nao temos coragem de agir nem de fazermos o que realmente queremos porque nao queremos magoar aquela pessoa, que tanto no foi especial...mas por vezes aquilo que nos queremos nao é o mais correcto para sermos felizes e seguirmos em frente...
lembra t que a melhor maneira de resolvermos os problemas é a conversar e expor os nossos medos, sentimentos maus, mesmo que isso possa magoar...porque acima de tudo tens que ser verdadeiro ctgo e com ela...se axas que nao keres mais isso para a tua vida so tens que ganhar coragem e dixer lhe o que sentes e o que axas da situaçao que estas a vivie no momento...nao nos podemos enganar a nos nem as outras pessoas pk isso doi muito mais que a verdade....
Se gostas dela mas axas que nao tens o valor que deverias ter , dix lhe isso e espera pela mudança....se vires que realmente nao adiante...acaba com tudo pela raiz, parece duro de dizer e de ouvir mas acredito que é a melhor soluçao, pk assim nao andas xeio de ilusoes e esperança de um dia o nevoeiro se abrir e seres felix com ela...se ela realmente te amar nao te vai deixar fugir...
outra coisa....
Adorei essa versao da musica....ja tentei arrajar mas nao consigo...lol...por isso ja sabes que vou vir sempre cuscar o teu blog....nem k seja so pa ouvir a musica....XD
beijoka
****letinha****
Força.....
Posso ate nao te conhecer mas......
sei o kt é dificil....por vezes tem mesmo que ser assim....
fizeste m pensar....espero que encontres o melhor caminho.....
*letinha*
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