25 janeiro 2009

* revenge.

Vou-te perseguir, matar-te vivo.  Eu não tenho medo, desse teu poder roubado. Consigo ver através de ti a qualquer hora o quanto és nojento. Eu não vou aliviar a tua dor, eu não aliviar a tua tensão. Vais esperar em vão, porque tudo o que querias, tu já conseguis-te roubar de mim. Alimento a minha chama, baralhando as cartas do teu jogo. E na hora certa, e no lugar certo. Eu jogarei o meu ás. Olhos no fogo, vendo o teu corpo em chamas. Cortando qualquer inimigo com o meu olhar. E na hora certa, e no lugar certo. Emergindo lentamente com graça, a ver a tua queda.  Exactamente como fizes-te comigo. Lembras-te?