Viro-me nos lençóis já quentes do meu corpo, novamente não consigo dormir. Saio pela porta e sigo pela rua, olho as estrelas sobre os meus pés, e recordo os momentos em que errei. Não há nenhum lugar que eu não posso ir, a minha mente é enlameada mas o meu coração é pesado. Não estou a pedir uma segunda chance, estou a gritar com toda a força da minha voz que me dês a razão, mas não me dês a escolha, porque eu farei o mesmo erro outra vez. E talvez no dia em que nos encontremos, e talvez iremos conversar e não falar. Não vamos cobrar as causas das promessas, não há nenhuma promessa que eu mantenho. E a minha reflexão sobre este assunto, incomoda-me! Eu sempre fui o erro.
26 abril 2008
25 abril 2008
19 abril 2008
* sozinho. :$
Hoje não sei porquê venho aqui nem sei porquê escrevo estas linhas, mas a verdade é que sinto necessidade disso, sinto necessidade de gritar o que não posso gritar e de dizer o que não posso dizer. Hoje sinto-me sozinho, mais sozinho do que nos outros dias. Queria sentir-me amado por uma pessoa que nem sei se existe, hoje queria tantas mais coisas que não posso sê-las. Será isto um caso de incapacidade? Ou será mesmo o rumo que a vida dá? Será que tenho que esperar muito mais tempo, para me libertar de um sentimento que não é correspondido? Um joguinho de ciúmes e indirectas diário, que me cansa. Sinceramente cansa! Começo a pensar que por vezes seria preciso deixar a minha boa educação de lado e ser estúpido, deixar a simpatia e o “sorriso de príncipe” que me ensinaram e ser rude e sínico. Mas não sou capaz! Penso que prefiro viver neste mundo que é só meu, onde as pessoas olham de fora, e vêem um rapaz feliz, que não tem problemas, que é amado, popular e de imensas amizades. Mas nenhumas desses “factos á vista humana” são reais. Vivo com um sorriso que nem devia ser meu, e passo 50 % dos meus dias a resolver problemas que nem sempre são os meus, o facto de parecer amado é pura ilusão de todo um conjunto de pessoa que param para me cumprimentar a cada 5 passos que dou, e que por vezes invejam a vida que pareço ter. Sinceramente? Vamos poupar-nos de boas maneiras e dizer mesmo á cara podre que tenho uma “vida de merda”. Hoje nem me apetece levantar da cama, o tempo nem esta em condições para sair de casa. E nem sei porque hoje apetecia-me estar na minha casa, sim, essa mesma, aquela casa onde vivi dezoito anos da minha vida. Tinha tanto desejo de lá sair, e hoje que vivo no Estoril (sozinho), queria por vezes passar lá mais tempo. Hoje sinto saudades e necessidades que não sentia á muito. Suponho que seja por estar mesmo “sozinho”!
18 abril 2008
* parabéns, :'D
13 abril 2008
* não quero.
10 abril 2008
* fim. :'
Depois de quase 12 meses, consegui dizer-te que por mais que tentasse eu não conseguia mais. Desisti ontem de te amar mais, e dizer que te amo incondicionalmente, desisti de mais inúmeras coisas que fazia com que o “nosso” sonho não caísse num esquecimento sem fim, esse “nosso” sonho que na verdade era só meu. Agora tapo a minha vista, para somente com as minhas mãos sinta o teu rosto e lembrar-me de como és, sem te ver. Talvez no dia em que destapar estes olhos que choraram por ti durante 12 meses, não sinta o mesmo. E possamos ir ao cinema, e eu conseguir ver um filme, sem ficar o tempo todo a olhar para o teu sorriso. Talvez nesse dia, num desses dias, quem sabe.