"Confesso-te, tenho saudades tuas. E não são poucas! Não gosto de estar assim contigo, mas ao mesmo tempo tu não me dás outra hipotese, o teu orgulho parece ser uma fortaleza inquebrável e sou sincero ao ponto de te dizer que isso não é bom, nem para nós, nem para os teus circulos de amigos. Deito a minha cabeça sobre a minha almofada, e muitas das noites fico a olhar para as nossas fotografias, no dia em que demos o nosso primeiro beijo. E por mais que tente, não consigo esquecer-te assim tão facilmente. Francamente? Não gostei do modo como falas-te comigo naquele dia, nem das coisas que disses-te! Parecia que não me conhecias, ou será que não me conheces mesmo? Sinto algo estranho, quando penso em ti. Sinto um aperto no coração, como se tudo fosse acabar para breve. Não quero que me dês a razão, mas que olhes para o nosso passado. Não podes esquecer uma amizade como a nossa, ela ainda é especial, certo?"
Gostava que lesses o meu blog, para poderes ler o que te escrevi aqui. Talvez seja esse o meu erro, não ter a coragem para dizer muita coisa.
Gostava que lesses o meu blog, para poderes ler o que te escrevi aqui. Talvez seja esse o meu erro, não ter a coragem para dizer muita coisa.