02 julho 2009

* the enemy,

Uma vez que olhes para trás, nunca poderás voltar... Começou como um jogo, os olhares era intensos, mudos e cheios de desejo. A aposta estava no meu coração, mas quando eu desviei o meu olhar tu derrubas-te a minha desefa.
As artimanhas eram díficeis de serem descobertas, mas eu nunca quis amar-te. Apenas desperdiças-te o meu tempo, com promesas e mentiras vazias, que na minha fantasia morreram.
Eu nunca te pedi pedaços partidos, e no momento em que me deixas-te sozinho, aproveitas-te e causas-te o maior dano, não fisico, mas a perda de consideração que tinha por ti.
Tu sabes o que mirar em mim, e quando atirares de novo o teu 'jogo', eu não vou cair de novo.
Estavas no local perfeito, e na hora perfeita. Fazendo parte daquele baile de máscaras, em que entrei de principe e sai como idiota. E enquanto a música tocava, eu entregava-te o meu coração. E no momento em que estavas confuso, usaste-me. E como isto pode acontecer? Eu perdi para o inimigo...