31 dezembro 2008
26 dezembro 2008
* 2 anos.
(Para uma melhor reprodução, pare a música ambiente)

22 dezembro 2008
* então deixa-me ir.
Expiro e respiro o teu cheiro. Ficas-te de voltar para me dizer que tu eras a única pessoa que podia ter sido minha por completo. E os meus olhos vêem isso tão claro. Já foi á tanto tempo, e num lugar ainda mais distante que este. Mas que nunca desapareceu da minha memória. Eu tento colocar toda esta história de amor, no meu passado. Segura-te a mim, e não olhes para trás, porque não precisamos de olhar para o que fizemos de errado para não o voltar a fazer. Eu não quero sonhar com todas as coisas que nunca existiram. Talvez eu possa viver sem isto. Quando eu estou fora da rotina, não sinto a dor. Eu terei tudo prevenido contra a tua doença. Então deixa-me ir embora agora, voar por ai. Sentir o espaço que insiste em crescer profundamente entre nós. Mais escuro a cada dia que passa. O meu coração hoje é mais constante, estará aberto para todas as pessoas, menos para ti. Mesmo quando eu cruzar a linha da vida. É como a mentira que eu te contei milhares de vezes, durante o dia. Sincero, ainda existe uma parte de mim que acredita. Quando tu dizes que ficarás por perto. Ela diz-me que podemos encontrar uma maneira de resolver isto. Mas eu sei que tentámos todas as formas. Só nos resta, um adeus. Para sempre!
♡
14 dezembro 2008
* sentis-te?
Se eu tivesse implorado ou chorado, isso mudaria esta noite sombria? Isso traria alguma luz? Devo esperar que tu me ligues? Há alguma esperança no fim das contas? Quando passas-te por mim, pensei em tudo isso. Eu percebo que nunca estive lá, ou que tu te importas-te comigo. Quanto mais penso, menos eu estava disposto a viver contigo. Eu tentei alcançar-te, e quase te toquei. Estavas tão perto, e desapareces-te. Quando eu minto para mim mesmo, eu vejo o teu corpo e ouço a tua voz. O meu coração fica mais confidente, e ao mesmo tempo tudo passou. E por mais que dure, e me sinta mais leve, parece tão certo. Perdi todos os sinais, e depois quando chegou a hora. Tu estavas á espera. O que eu haveria de saber? Comecei a alinhar-me, e agora estou pronto para mostrar o meu amor, não a ti. Mas sim a quem merece, realmente.
07 dezembro 2008
* light.
Lembras-te de tudo o que eu construi sozinho? Encontrei uma maneira de te deixar, apesar de eu nunca ter a dúvida que te amava. É como se eu estivesse a acordar, e a quebrar todas as regras. É um risco que estou a correr, não digas que estou errado. Simplesmente cala-te e diz-me que um dia os teus olhos brilharam um dia por mim. Acerta-me com um raio de sol, queimando através da minha escuridão. Tu foste a única pessoa que eu desejei realmente, fui absorvido pela tua luz. E jurei um dia não cair novamente, tinha a esperança que estivesses lá para me dar a mão. Para todos os lugares que olho agora, sou surpreendido pela tua lembrança. Precisei de ti mais que nunca, e hoje que deixas-te um pedaço da tua luz em mim, vou rezar para que ela não desapareça.
30 novembro 2008
* saudad- do passad-.
27 novembro 2008
* apanha-me e toca-me!
Numa missão és tu que escolhes a posição até ao fim da noite. Corre, porque só há tempo para te renderes, e tudo o que eu preciso é sentir-te, e tudo o que eu quero é sentir-te. Apanha-me e toca-me! Eu sou um diamante em bruto e tu gostas de dinheiro. Queres melhor combinação? Sem mais ninguém, tu e eu num caso secreto. Matas-me no meio do nada, com o teu corpo. Tentei voltar para o meu estado normal, mas não posso controlar isso. Se eu estou a correr para ti, é porque os demónios estão dentro de mim. Pegaste-me na mão e puxaste-me contra ti, deixei todas as minhas hipoteses abertas, beijámo-nos e nesse momento fizeste-me um convite para entrar nas minhas fantasias. Consegues ver o que me estas a fazer? A fé de unir os nossos corpos deixou-nos juntos. Tu queres fazê-lo? Vamos a isso, estou pronto para entrar em acção. Apanha-me e toca-me! Como só tu podes fazer.
22 novembro 2008
* num momento.
Num momento como este, algumas pessoas esperam uma vida inteira, por um sentimento que não existe. Algumas pessoas procuram para sempre um beijo especial que nunca será dado. Tudo muda, mas a beleza permanece num gesto tão carinhoso que eu não consigo explicar. Talvez seja um sonho, ou não. Mas bem acordado, posso pedir para que esse sonho dure para sempre?
11 novembro 2008
* true star, o novo.
26 outubro 2008
* just realize.
Tem sido o mais longo tempo sem ti, não sei onde recorrer. Vejo-te ao meu lado, na mesma cama. Depois de tudo o que passámos. Não estou permitido a tocar-te. Pensei ter escutado a tua voz perto do meu ouvido, mas enganei-me. Tudo não passou de um sonho, e agora eu percebi o que eu realmente não sabia: não somos os mesmos. Pensei que não poderia viver sem ti, mas a verdade é que eu sobrevivi de algum modo. Vai doer quando curar, mas não á nada que o tempo não coloque no lugar. Foi tão difícil colocar todos os meus sentimentos de lado, e estar tão perto de ti. Desde o dia em que nos separámos e seguimos caminhos diferentes, nunca mais fui capaz de sonhar. Não importa o quanto vai doer, eu sei que ficarei bem sem ti. Despedimo-nos com poucas e soltas palavras, sem saber o que dizer, preferi silenciar os meus gestos. E é com esse mesmo silêncio, que ‘digo’ o quanto nós somos diferentes.
23 outubro 2008
* break.
Conhecia os sinais, não estavam certos e eu fui tão idiota. Por um tempo, varrido por ti agora sinto-me simplesmente mais sozinho. Tão confuso, o meu coração esta magoado. Será que eu algum dia fui especial para ti? Fora do meu alcance, distante das minhas hipóteses, eu nunca tive o teu coração. E mesmo dentro de mim não conseguia ver que realmente eu nunca o iria ter. Sai eu mesmo do desespero, afogaria-me na minha própria magoa se ficasse aqui, e digo para mim mesmo todos os dias que ficarei bem. Leva um tempo para ir ao lugar, não é todos os dias que consegues partir um coração em tantos pedaços como fizes-te com o meu. O que esta perdido por dentro não se consegue recuperar mais. Espero que em breve saias dentro de mim, e que te supere com um ar tão indiferente. Nunca me des-te o teu coração, mas ao meu alcance, eu posso ver que tenho uma vida para viver lá fora. Sê feliz.
* --'.
16 outubro 2008
* novo olhar.
Somos nós que criamos os nossos destinos? Somos nós que escolhemos os caminhos mais tortos e os menos direitos? Deparei-me com a minha dúvida existencial, um porquê a todas as questões já respondidas na minha vida. Uma verdade escondida dentro do meu profundo coração, adormecida pelo tempo. E renascida por um simples toque do passado. Fechei os meus olhos para não ver o que acontecia á minha volta, o mundo girou, as pessoas cresceram, e eu fiquei igual. Hoje enfrento a realidade mais dura, e percorro os caminhos mais tortos. Olhei para todas as pessoas que faziam parte de mim, antes de dormir. E não as reconheço mais. Hoje os meus novos olhos, não têm mais lágrimas.Um novo caminho se constrói e a cada passo, uma nova vitória. Para onde me levará esta nova vida? Somos nós que escolhemos aquilo que queremos, não é?
12 outubro 2008
* eterno, (ou não).
Desapontei-te ou decepcionei-te? Eu devia sentir-me culpado ou deixar as raízes desaprovarem? Eu vi o fim antes de tudo começar, tu estavas enganado e eu sabia que havia ganho. Então eu fiquei com o que é meu por eterno direito. Tomei a tua alma durante a noite, e talvez isso nunca mais aconteça, mas nem a saudade persiste ao passado. Ficas-te com o meu coração e tomas-te o meu corpo de mim, mudas-te a minha vida. O meu amor é cego, e provei-o quando os meus olhos deixaram-te de te ver.
04 outubro 2008
* segredo do passado.
Acomodamo-nos por fora, dentro do desconhecido até destruirmos tudo, e sermos por fim os dominantes. O arame farpado em volta da minha boca, rasgando uma velha ferida curada, enferrujada tornou-se a minha alma. Falta-me coragem, porque hoje estou sozinho, outra vez.
28 setembro 2008
* carta de amor.
"Fica tranquila. Contemplando com confiança a nossa vida alcançaremos o nosso objectivo de vivermos juntos. Fica tranquila, queiras-me. Hoje e sempre, quanta ansiedade e quantas lágrimas pensando em ti, em ti, em ti, minha vida, meu tudo! Adeus, queiras-me sempre! Não duvides jamais do fiel coração de teu enamorado Ludwig. Eternamente teu, eternamente minha, eternamente nossos."
Ludwing Beethoven, em 'carta de amor á amada imortal'.
É este amor, o único em que eu acredito. Será que ele existe?
14 setembro 2008
* eterno...
Dediquei-me por inteiro, sem pensar duas vezes, no que gostava, no que queria ou no que tinha para fazer. Marcava para qualquer hora, para qualquer dia, porque a única coisa que me preocupava é que tinha que ser perfeito. Passei um ano da minha vida, a pensar primeiro nas preferências de uma outra pessoa, nos gostos de uma outra pessoa, nos planos de uma outra pessoa. Vendo bem, tudo girava em volta de uma outra pessoa, que não eu. Via-me como um “amigo/irmão”, eu sentia-me lisonjeado. Mas para mim não era suficiente. Eu queria ocupar um lugar mais, mais e mais importante cada dia na sua vida. Comecei a sentir que se poderia estar a tornar algo mais obsessivo, e sinceramente olhava-me no espelho já com um certo medo, da pessoa que me estava a tornar. Desapeguei-me, e afastei-me para o meu próprio bem, e não só. Não se notou grande diferença cá fora, mas cá dentro a mudança foi radical. Sorri nos momentos em que tinha vontade de chorar, tornei-me mais duro quando sentia que precisava de uma palavra mais reconfortante. Na minha cabeça (não no meu coração), era assim que tinha que ser feito. E nada me levaria a deixar de lhe falar, apesar de ser esse o conselho que todos me davam, para a solução milagrosa. A minha vida tornou-se uma inconstante de recaídas e decisões. Queria que aos seus olhos, parecesse uma pessoa imune a qualquer advertência da vida. Não nego, e digo com todas as palavras que ainda gosto sim, mas passo a citar, “como um amigo/irmão”. Hoje reorganizo este coração tonto, para que cada dia que passe, outra pessoa o possa ocupar com a mesma intensidade que esta um dia ocupou. Falou-me de magia, e disse-me que ainda não tinha encontrado “aquela alma”, confesso que fiquei a pensar naquela frase por breves momentos. E não cheguei a nenhuma conclusão lógica, filosófica ou simplesmente banal para tal coisa. Não acredito mais no amor, acredito sim que exista um sentimento que una as pessoas, não para sempre, porque nada é eterno. Hoje quero saber que lugar ocupo eu no teu coração?
13 setembro 2008
* a tua lembrança.
Estou sentado no meio escuridão, e mais uma vez não consigo dormir e não sei porque mas ouço anos 80, por mais estranho que pareça eram as tuas preferidas, não era? Hoje não é o teu aniversário, nem anos de partida, mas subitamente bateu-me aquela saudade. Entendes? Nada há nada mais para fazer cá em casa, nem a chegas-te a visitar. Irias adorar, é bem diferente da outra. Há poucos dias fiz 19 anos, já não vivo com os meus pais. Agora estou e viver em Lisboa, estudo também, Turismo. Estou de férias naquela nossa terra, este Verão nem fez muito calor. Acreditas? Já não é a mesma coisa. Mas enfim. Hoje deitei os jornais mais velhos fora, e limpei os pratos sujos. Olho para estas pequenas flores no parapeito da janela e vejo que precisam de ser regadas. Lembro-me como se fosse ontem que me dizias, “és mesmo desleixado com as coisas!”, com aquele teu sorriso contagiante, a passares a mão no meu cabelo, porque sabias que me irritavas por ficar despenteado. Eu era feliz não era? Sabes que por mais surpreendente que fosse, não estou com as lágrimas nos olhos, nem triste por estar a escrever estas palavras. Mas sim com um sorriso, por recordar tanta coisa que parecia que o passado já tinha levado. Já se passou tanta merda desde a tua partida, e acho que hoje serias a pessoa perfeita para eu contar tudo, se não me engano já lá vão quatro anos, quase cinco. Sabes o que ainda tenho comigo? A tua carta. Com a tinta um pouco borrada por causa das lágrimas lá caídas, mas ainda esta descansado porque ainda é legível.
“Para: Filipe.
Nem as coisas mais belas escapam a uma tragédia. Fiz uma coisa, e sei que sou culpado. Engraçado é que não me sinto mal por isso, foi óptimo. Mas errado! Sei que quando leres isto, vais pensar que afinal a culpa foi tua, mas não. Estas totalmente errado, como sempre. Porque eu é que tenho sempre razão, lembras-te?A culpa distrai-nos da verdade, sempre tivemos a capacidade de auto-curarmo-nos. Somos capazes de sobreviver inclusivamente ás piores dores. Sabes como? Com a prática. Esta é só uma delas. É para ires aprendendo. Eu disse-te que um dia ensinaria-te alguma coisa de útil para o futuro. Então esta é a tua primeira lição: aprender a lidar com a minha ausência física, porque eu sei que vou estar sempre presente, e onde também.”
Não fui capaz de me despir de ti, vi-te de longe. Era imensa gente, e eu não tinha coragem para fazer aquilo que devia ter feito, ir ficar perto de ti, nos últimos momentos em que te ia ver. O que tenho para te contar ainda não acaba aqui, alguns dias depois, os teus pais decidiram ir embora daqui, diziam que seguiriam para um pais distante. Nunca mais soube nada deles, mas fui ter com a tua mãe, peguei na mão dela, abri-a e lá coloquei-lhe o teu relógio (sim, aquele cor de laranja e azul que tu adoravas, e que tinhas esquecido um dia lá em casa), por mais que me conte-se as lágrimas caiam de fio, e disse-lhe, “Era muito amigo do seu filho, ele perdeu o relógio. Quero que saiba que sinto muito. Aterroriza-me saber que posso lhe ter causado uma dor destas!”. Ela, naquele momento, percebeu tudo e abraçou-me. E disse-me que nunca na vida dela, tinha visto o filho tão contente, como ela te tinha visto, naquele dia. Obrigado!
(1985-2004)
Música: Don't Dream It's Over (artist: Crowded House / album: Journeys)
11 setembro 2008
* a confissão.
Sabem qual sempre foi o meu grande sonho de criança? Francamente, já nem eu me lembro. Tenho vagas ideias de como era em pequeno. Esqueci o meu “eu”, para viver em outras pessoas. Desliguei a minha vida, e moldei-a conforme a disponibilidade social dos outros. Dei a mão ao luxo, e fascinei-me com o brilho de um mundo que na verdade não era para ser meu. Perguntei-me a mim mesmo, o porquê de só agora ter este peso de consciência, depois de tudo!? E não soube responder, nem a esta, nem a tantas outras questões que coloquei ao meu coração. “É como uma bola de neve, que quanto maior, mais difícil é desfazermo-nos dela”, por isso deixamo-la rolar. Talvez tenha sido o meu erro. Não consigo ver a pena nos meus gestos, nem o medo daquilo que me poderá acontecer. Serei uma pessoa assim tão fria ao ponto de não o conseguir sentir? Sou apologista que tudo na vida se consegue substituir, e fiz isso em relação a muitas das coisas que hoje tenho! Encantei-me com uma vida que nem devia ser minha, substitui o lugar de uma pessoa que merecia ter tudo isto. E por mais que saiba que estou errado, não sou capaz de libertar-me deste mal, nem da culpa que se deita comigo todas as noites. Eu não era assim tão ingénuo como parecia, sabia o que estava a acontecer, enquanto olhava para mim, eu fechava os olhos e acreditava que não iria doer. Enquanto deitado, enrolado em lençóis de linho, as minhas lágrimas contornavam os limites da minha face. Naquele momento só me lembrava das palavras que meu pai me dissera em tempos, “Há que fazer sacrifícios, para chegarmos onde queremos”. Era isso que eu reputava dentro de mim, um sacrifício para um sonho. Todos os temos que fazer, certo? Uns de uma forma mais dolorosa que outros.Naquela mesma noite, sentia o meu corpo enojado, vendido. Se valeu a pena? Não sei. Roubar uma vida que não é nossa, não é bonito. Mas vender o nosso corpo, para o conseguir fazer, muito menos bonito torna este quadro que nem pela metade esta, a que chama-mos “lei da sobrevivência”. Vendi a minha alma, por momentos de glória e reconhecimento, que na verdade não são meus. Confesso, que hoje quando adormeço. A minha culpa conta-me as piores verdades possíveis, ao ouvido, bem baixinho, para que ninguém a oiça. Porque até “ela”, tem medo de deixar de dormir nos lençóis de linho.
06 setembro 2008
* sou doente.
04 setembro 2008
* ela.
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02 setembro 2008
* não digas nenhuma palavra, apenas ouve.
31 agosto 2008
* despedida.
29 agosto 2008
* true star.
27 agosto 2008
* confissão.
25 agosto 2008
* o sonho vai partindo.
21 agosto 2008
* quando foste.
18 agosto 2008
* ;)
13 agosto 2008
* luto da droga. 2
Tu preferis-te voltar para aquela vida que eu já conhecia, muito diferente do que nós vivemos. Eu segui um caminho problemático, as minhas probabilidades são muitas para que eu volte ao luto. Só nos despedimos com palavras, morri centenas de vezes. E mesmo a olhar para mim, voltas-te para "ela".
Não fui suficiente, tu gostas do que é pesado, eu prefiro algo mais leve.
Lembro-me de quando tu fizes-te parte da minha vida, e preferis-te seguir com ela. Porque é que a droga sempre foi o teu grande vicio?
11 agosto 2008
* lágrima.
Quando tu tentas o melhor, e não dá certo. Quando tu consegues o que queres, mas não o que precisas. Quando tu sentes-te tão cansado e não podes dormir. As lágrimas descem, percorrendo os traços do teu rosto. Quando tu amas alguém mas tudo acaba. Poderá ser o pior?
A luz vai-te guiar até casa, aquecer o teu corpo. E bem lá no alto ou bem lá no fundo, quando tu estas demasiado apaixonado para esquecer, se tu nunca tentares nunca vais saber o quanto é que tu vales. As lágrimas não páram, e eu ,ao teu ouvido a dizer que vou aprender com os meus erros. Será mesmo verdade?
09 agosto 2008
01 agosto 2008
* carta.
Gostava que lesses o meu blog, para poderes ler o que te escrevi aqui. Talvez seja esse o meu erro, não ter a coragem para dizer muita coisa.
20 julho 2008
* chamamento.
17 julho 2008
* the story.
10 julho 2008
* mistake.
03 julho 2008
* Luxus Boy, dark line.

27 junho 2008
* comments.
26 junho 2008
18 junho 2008
* alojamento.
13 junho 2008
* amor.
03 junho 2008
* voltas-te, mas não em mim.
Lembras-te do dia em tudo aquilo começou? E lembras-te de como terminou? Tu fizeste-me prometer que o amanhã seria nosso momentos antes de eu te deixar de ver, depois de 3 anos. Hoje é difícil de acreditar naquilo que dizes, é difícil olhar para ti. A minha vida mudou, a tua vida mudou, e hoje que voltas-te já não tens espaço em mim, como tu querias ter. O teu tempo acabou, e sabes bem que me perdes-te á muito. Lembra-te, eu nunca te prometi que o amanhã seria nosso.
01 junho 2008
* o toque.
24 maio 2008
* até já. : D
Nem tudo pode ser um mar de rosas, e muitas coisas aconteceram, perdemos pessoas por o caminho, conhecemos outras, gritámos, chorámos, conversámos, apanhámos altas bebedeiras, dissemos que amávamos uns e outros, fizemos jantaradas, tirámos imensas fotografias, e tudo isso fica guardado. Vamos ser sinceros? Este tempo sem estarmos todos juntos vai custar. Falo por mim, e por quem sei que sente o mesmo.
Foram 9 meses, mais de 276 dias, a vivermos todos juntos, neste “mini big-brother”, que é este Alojamento. Percorremos todos os quartos, pedimos comida emprestada, pedimos loiça, corremos por estes corredores, andámos com mantas por este terraço, e tudo isso ficou registado nas nossas fotografias, e não seja para dizer também no nosso coração.
Fizemos festas surpresas, andámos por o Cascais Shopping, a experimentar cada restaurante, mas na realidade, sempre fomos dar á Fnac. Vivemos momentos que nunca conseguiremos esquecer, dormi-mos em vários quartos, discutimos uns com os outros, mas no final tudo acabava aqui no quarto, a jogar Uno Attack.
Na verdade, somos felizes ao nosso modo, quem não é feliz com a amizade que temos? Ninguém. Tudo aconteceu por aqui, e para o ano há mais.
22 maio 2008
* the one.
18 maio 2008
16 maio 2008
* dream VS discussion.
Queria que tudo isto às vezes, parece-se o que não é. O que realmente é pena é que quando abro os olhos acordo para uma realidade que não é a que eu queria. Posso voltar a sonhar outra vez?
11 maio 2008
* zorro ghost, Throttleman!
Sinceramente? Gostei, e acho que estamos a entrar num caminho menos doloroso, sei que este dia 10 não é marcado por as mais melhores recordações mas senti que nem tudo foi mau.Caminhar é para a frente, e pode-se construir um futuro melhor com base neste presente que se vive. Um jantarzinho de comemoração de aniversário adiantado mas com sentimento á mistura. Gostei do filme, da companhia, e até daquele gelado. : D
Obirigado!
03 maio 2008
* bonito.
Para todos os teus amigos, tu és delirante, és consumido por o teu destino tentando arduamente cobrir os vazios, deixaram o quebra-cabeças incompleto. É assim que tem que ser?
Não importa o que dizemos, nem o que fazemos. Somos a melodia dentro de uma música, cheia de erros bonitos, e para onde nós formos o sol sempre brilhará e amanhã poderemos acordar no outro lado do mundo.
01 maio 2008
* as 6 semanas.
26 abril 2008
* a caminhar.
Viro-me nos lençóis já quentes do meu corpo, novamente não consigo dormir. Saio pela porta e sigo pela rua, olho as estrelas sobre os meus pés, e recordo os momentos em que errei. Não há nenhum lugar que eu não posso ir, a minha mente é enlameada mas o meu coração é pesado. Não estou a pedir uma segunda chance, estou a gritar com toda a força da minha voz que me dês a razão, mas não me dês a escolha, porque eu farei o mesmo erro outra vez. E talvez no dia em que nos encontremos, e talvez iremos conversar e não falar. Não vamos cobrar as causas das promessas, não há nenhuma promessa que eu mantenho. E a minha reflexão sobre este assunto, incomoda-me! Eu sempre fui o erro.
25 abril 2008
19 abril 2008
* sozinho. :$
Hoje não sei porquê venho aqui nem sei porquê escrevo estas linhas, mas a verdade é que sinto necessidade disso, sinto necessidade de gritar o que não posso gritar e de dizer o que não posso dizer. Hoje sinto-me sozinho, mais sozinho do que nos outros dias. Queria sentir-me amado por uma pessoa que nem sei se existe, hoje queria tantas mais coisas que não posso sê-las. Será isto um caso de incapacidade? Ou será mesmo o rumo que a vida dá? Será que tenho que esperar muito mais tempo, para me libertar de um sentimento que não é correspondido? Um joguinho de ciúmes e indirectas diário, que me cansa. Sinceramente cansa! Começo a pensar que por vezes seria preciso deixar a minha boa educação de lado e ser estúpido, deixar a simpatia e o “sorriso de príncipe” que me ensinaram e ser rude e sínico. Mas não sou capaz! Penso que prefiro viver neste mundo que é só meu, onde as pessoas olham de fora, e vêem um rapaz feliz, que não tem problemas, que é amado, popular e de imensas amizades. Mas nenhumas desses “factos á vista humana” são reais. Vivo com um sorriso que nem devia ser meu, e passo 50 % dos meus dias a resolver problemas que nem sempre são os meus, o facto de parecer amado é pura ilusão de todo um conjunto de pessoa que param para me cumprimentar a cada 5 passos que dou, e que por vezes invejam a vida que pareço ter. Sinceramente? Vamos poupar-nos de boas maneiras e dizer mesmo á cara podre que tenho uma “vida de merda”. Hoje nem me apetece levantar da cama, o tempo nem esta em condições para sair de casa. E nem sei porque hoje apetecia-me estar na minha casa, sim, essa mesma, aquela casa onde vivi dezoito anos da minha vida. Tinha tanto desejo de lá sair, e hoje que vivo no Estoril (sozinho), queria por vezes passar lá mais tempo. Hoje sinto saudades e necessidades que não sentia á muito. Suponho que seja por estar mesmo “sozinho”!
18 abril 2008
* parabéns, :'D
13 abril 2008
* não quero.
10 abril 2008
* fim. :'
Depois de quase 12 meses, consegui dizer-te que por mais que tentasse eu não conseguia mais. Desisti ontem de te amar mais, e dizer que te amo incondicionalmente, desisti de mais inúmeras coisas que fazia com que o “nosso” sonho não caísse num esquecimento sem fim, esse “nosso” sonho que na verdade era só meu. Agora tapo a minha vista, para somente com as minhas mãos sinta o teu rosto e lembrar-me de como és, sem te ver. Talvez no dia em que destapar estes olhos que choraram por ti durante 12 meses, não sinta o mesmo. E possamos ir ao cinema, e eu conseguir ver um filme, sem ficar o tempo todo a olhar para o teu sorriso. Talvez nesse dia, num desses dias, quem sabe.
31 março 2008
* o substituto.
Ás vezes, ainda me consigo esquecer que gostas de outra pessoa e que os teus sonhos são com ele e não comigo. Gostava que tudo isto fosse diferente, que nunca tivesse sentido o que sinto e que as nossas vidas tivessem continuado como estavam naquele Abril em que nos vimos pela primeira vez. Sabes o que doi mais dentro de mim? Não é gostares de outra pessoa, não é não gostares de mim. É eu não me conseguir libertar do que sinto. É isso que me torna incapacitado nos meus sentimentos. Como diz o tal soneto "é solitário andar por entre a gente", é assim que eu ando, solitário. Neste momento oiço "i'm with you", mas e tu? estas comigo nesta vida?
29 março 2008
* gift.
24 março 2008
12 março 2008
* parabéns mãe.
Sei que ainda me vais ligar muitas vezes, sei que ainda vais te preocupar muito, e também sei que ainda vais discutir comigo por alguma asneira que faça. Desde que aqui estou no Estoril:
... Sinto falta de ti, do pai, da mana;
... Sinto falta de quando ias ao meu quarto só para me dar um beijo, ou para simplesmente perguntar o que estava a fazer;
... Sinto falta de quando o pai não te deixava ver a novela, e ias para o meu quarto;
... Sinto falta de acordar e ir até á cozinha e saber que estarias lá para me dar um beijo de bom dia;
... Sinto falta daqueles Domingos em que as tias iam lanchar lá em casa;
Hoje já não tenho isso, deixei de acordar com o teu beijo, deixei de ouvir o pai a resmungar contigo, deixei de lanchar com voces ao Domingo. A vida aqui nada se compara ai, aqui não encontro amor, carinho, afecto, aqui não te encontro a ti, ao pai, á mana, nem ás tias e isso para mim já deixa tudo muito mais vazio! Hoje é um dia especial, é especial por ti, devido a ti. Hoje é o teu dia, é o teu aniversário. E hoje tenho uma saudade especial, porque é o teu primeiro aniversário em toda a minha vida, que não passo ao teu lado.
Amo-te Mãe!
11 março 2008
10 março 2008
* moda lisboa / estoril 2008.
O fim de semana, para não ser decadente, fui á Moda Lisboa / Estoril 2008, mesmo aqui pertinho no Casino do Estoril. Francamente? Gostei. O facto de estar um pouco doente, fez com que não apreciasse por completo o maior evento da "moda nacional". No meio de tantos flashes, até consegui ver algo interessante. Para mim, o melhor desfile sem dúvida alguma: Nuno Gama.~ mimo ~
08 março 2008
* words
Acho que ás vezes, "uma imagem vale mais que mil palavras".
Produção: Filipe Guerreiro
Camera: Pedro Vasconcelos
Edição Audiovisual: Oscar Fonseca
Som: Everytime - Britney Spears (Versão Masculina)
06 março 2008
03 março 2008
* ?
É normal? É certo o que acontece entre nós? Esta troca de indirectas, estes joguinhos de ciumes? Francamente, não sei responder a isso. Estes dias sem falármos, os nossos desencontros, as nossas poucas conversas, fizeram com o que voltassemos a nos tratar, como nos tratávamos antes. Disses-te á tempos, que eu desistia em pouco tempo, e que teria que saber esperar! Mas esperar por o que? Até quando? Até um dia que estes 10 meses já sejam 12, e me digas que encontras-te alguém? Ou que simplesmente não daria certo.
Lembro-me como se fosse ontem, o dia em que me disses-te que não tinhamos tempo para estarmos juntos, que as nossas conversas eram sempre as mesmas, e mencionas-te com todos os pormenores os nossos "obstáculos" para que uma relação entre nós, não funcionasse!
Eu tentei mudar tudo isso, tratei-te de um modo mais carinhoso, mudei os nossos assuntos, mas tu não o tentas-te fazer. Simplesmente continuas-te igual. Eu não consigo lutar sozinho, e não me basta "eu querer", mas sim "nós querermos". Não posso lutar por a tua vontade, sendo ela contra a minha luta.
As tuas dúvidas, as tuas indecisões, não entendo. Se tens tanto medo de dar um passo em frente, de tentar, de arriscar. Porque continuas com isto? Diz-me logo de uma vez, seja de um modo frio ou não, whatever!
Olha-me na cara, nos meus olhos e diz-me logo de uma vez que não gostas de mim, que eu para ti sou um simples amigo, como sempre fui e sou nestes quase dois anos que nos conhecemos. Não será melhor assim?
Dizes que não me queres magoar, mas é o que me esta a acontecer. Será isto justo? Tanto para ti, ou para mim!?
Posso até ir embora para sempre, num dia próximo, o que seja. Mas independemente da tua decisão, daquilo que tu escolheres. Nunca me vou esquecer, o dia em que os meus lábios tocaram nos teus, por aquela fração de segundos.
O que é que tu queres? Sem medo de me magoares. Diz-me, seja de que modo for. Mas diz-me!"
02 março 2008
* why?
01 março 2008
* Desafio. ! (se eu fosse...
. Um mês - Seria Agosto, porque é o mês que eu vou para longe, e que deixo de sonhar com o que é impossivel por o pouco tempo que seja;
. Um dia-de-semana - Escolheria Segunda-Feira, porque é o dia em que sonho, que poderá ser nesta semana que tudo será diferente, o inicio de uma vida diferente;
. Um número - Seria o 25, porque foi com este número que eu entrei para a melhor fase da minha vida;
. Um planeta - Teria que ser o mais longuiquo de todos, Plutão. Pois acho que só longe deste mundo, consegueria ser o que realmente sou;
. Uma direcção - Sem dúvida alguma, Norte. Porque? Nem eu sei;
. Um móvel - Um roupeiro, porque em tempos a minha vida passava pela minha imagem e aprendi que conseguia ser um pouco mais bonito, se me cuidasse mais;
. Um líquido - Um sumo natural ou um batido. Os melhores para mim;
. Um pecado - Luxúria, teria muito que explicar;
. Uma pedra - Diamante, porque consigo ficar a olhar para ele, horas e horas, sem me cansar do seu brilho e da sua pureza. Olho e fico a pensar que aquela pedra, junta com muitas das mesmas, retiraria muita das necessidades que existem neste mundo;
. Um metal - Prata, porque embora seja simples, consegue ser a mais bela de todas. E é disso que devemos aprender, que apesar de sermos simples podemos ser bonitos;
. Uma árvore - Chorão, o nome diz tudo xD;
. Uma fruta - Seria, sem pensar: Manga, porque embora tenha um sabor diferente, muita gente gosta. Incluindo-me a mim;
. Uma flor - Francamente? Nem eu sei;
. Um clima - Tropical, pois para mim, sem a praia, sol e calor, a minha vida não teria muita piada;
. Um instrumento musical - Isso nem se pergunta, seria um Piano, não tenho explicação para isto, mas sempre tive um grande fascinio;
. Um elemento Água, porque o meu sonho sem dúvida é ainda a minha Ilha;
. Uma cor - Preto, porque sempre tive uma grande panca, por esta cor. E até me fica bem. xD;
. Um animal - Um cão, porque sem dúvida alguma, vou sentir sempre a falta dele :'(
. Um som - Nos Montes Cantábricos, Norte de Espanha;
. Uma canção - Não posso responder a isto, porque a minha vida é feita de canções e não conseguiria escolher uma delas, para tantas ocasiões que passei;
. Um perfume - Diesel, "Fuel for life";
. Um sentimento - O Medo, porque tenho-o quando penso que posso ficar assim para sempre;
. Um livro - "A Instrução dos Amantes", de Inês Pedrosa. Porque para amar-mos uma pessoa, não precimos de mudar;
. Uma comida - O meu vicio, cereais;
. Um lugar - A Terra do Nunca, porque lá posso voar;
. Um gosto - De um elógio;
. Um cheiro - Um que tivesse cheiro de Baunilha;
. Uma palavra - L&M;
. Um verbo - Viver;
. Um objecto - Moleskine, aprendi a viver com ele, e hoje não o largo;
. Uma peça de roupa - Aprendi a moda, dos Coletes;
. Uma parte do corpo - Os olhos, porque sempre me disseram que tinha um olhar diferente;
. Uma expressão - Em cada frase que digo, tenho que mencionar, "tipo";
. Um desenho animado - O Pirussas, xD;
. Uma forma - Recta, porque como a Letaboboleta diz "para a frente é que é o caminho";
. Uma estação - Estoril, porque ficaria mais perto de casa. ahahah;
. Uma frase - "A vida é como uma caixa de chocolates, nunca saberemos o sabor que nos calhará", porque esta frase vai-me acompanhar para o resto da minha vida;
Terei que ver a quem enviar, os amigos do Blog muitos deles foram embora, como o irmão Pedro Pina e outros.
Outros tempos em que eramos quase como uma família de Blogs. :s
21 fevereiro 2008
* Lily, <3

Somos diferentes, mas somos tão iguais. Em ti, encontro algo que não encontro em mim, um sentimento que se perdeu com o meu crescimento, com a minha mudança.
Tenho medo, de um dia me esquecer de tudo o que se passou, tenho medo de fechar os olhos para uma eternidade, em que tu não estarás comigo. Tenho medo de dormir, e de amanhã acordar, e dizerem que tu não estas mais cá. E que por um simples momento, foste. E não voltas-te. Porque no dia que isso acontecer, perderei um pedaço de mim, para sempre.Porque nesse dia, em que eu ou tu, fecharmos os olhos, não vamos puder mais ir ao Cascais Shopping jantar, não poderemos ir comprar mais filmes da Disney, não poderemos cantar as músicas do Rei Leão, não poderemos nos abraçar sempre que nos ver-mos na escola, não poderemos chamarmo-nos L&M, não poderemos dar as mãos, não poderemos mais conversar. Hoje dou valor a tudo o que passo contigo, de cada vez que te vejo, e que sorrimos. Quem lê isto pode dizer, que é amor. E eu digo, sem pensar duas vezes, que é sim. É amor. É um amor diferente, é um amor que não estranha, e entranha. Um amor que não tem mentiras, é um amor meu e teu, é um amor de uma amizade. Em que eu vou dizer aos meus filhos, que a rapariga da fotografia, sempre foi e será a "amiga/amor/pessoa da minha vida", porque mesmo que um dia, em que os teus caminhos sejam diferentes dos meus, eu nunca me vou esquecer, que tu foste a pessoa que mais me marcou, em muitas que conheço. Por seres diferente e irreverente, de todas as outras que não se destacam. Porque tu és tu, e ninguém é como tu. Porque tu és simplesmente, a Lily.
19 fevereiro 2008
* diferente?!
A nossa sociedade vive de padrões. Padrões preconceituosos que definem a liberdade de cada um de nós no seu meio. Todos podemos ser diferentes, mas nunca diferentes. Contraditória a expressão, mas não a sua explicação. É certa e plenamente aceite a existência de mulheres “donas de casa”, e de homens “trolhas”, que, passo a redundância, são diferentes. Mas será tão certa e aceite, uma situação onde se invertam os papéis? É claro que não. Diferente não. Ou porque ela simplesmente não é homem, e o lugar dela não é nas obras, ou porque ele é um “pau mandado” e faz tudo o que a mulher quer.
Evidentemente que o “Zé Povinho” não se apraza apenas com uma mera imposição de carácter laboral. O condicionamento da liberdade vai mais longe. Debrucemo-nos sobre a moda. Todos podemos escolher a roupa que usamos, os sapatos que calçamos, e tudo o que esteja relacionado com o nosso estilo perante a vida. De forma alguma eu me atreveria a colocar anteriormente “podemos escolher livremente”. E porquê? Porque estamos mais uma vez condicionados aos olhos da sociedade. Porque sabemos que se forem ultrapassados determinados limites, far-se-á troça ou simplesmente desprezar-se-á o que não é igual.
Poderia escrever, deste texto, várias páginas a exemplificar o quão gratificante é viver nesta sociedade. Facilmente se detecta a ironia neste pensamento, que mais não é que o desabafo de um vulgar mortal num mundo de comuns mortais. “I have a dream…” dizia Martin Luther King. Será que em cada um dos Portugueses também há? Será que Portugal ainda tem sonhos? Ou estamos condenados à imortalidade da via do defeito? Eu tenho um sonho. Ser diferente e continuar a ser gente…
16 fevereiro 2008
* o meu pensamento de hoje.
"O prazer de dois corpos que se amam, a felicidade de duas almas que se misturam, a intensidade de dois seres que se entregam, a capacidade de sonhar a dois!"
15 fevereiro 2008
* 10 meses.
(tosta do "amo-te chiado")Tudo o que um dia me disses-te, nunca saio de dentro de mim.
A vida não é para sempre, e o tempo passa! Podes, até estar á espera que eu dê o próximo passo, mas acho que quem tem aqui de dar algum passo, não seja eu, mas TU!
Queres mesmo deixar o tempo passar, sem acção?
Não estarei aqui para sempre, lembra-te!
31 janeiro 2008
* ='
Eu não sou forte, quero que saias do meu coração.
24 janeiro 2008
18 janeiro 2008
* dúvidas . ! ?
Será certo, errado, ou demasiado cego, para esperar por as simples palavras que são a chave?
Dizer o que sentimos, custa assim tanto? Será complicado dizer o que não queremos fazer, ou o que simplesmente não temos coragem para dizer!? Será a “dúvida”, um meio para iludir os nossos olhos perante uma verdade que esta mesmo diante de nós!?
Sejamos sinceros, dúvidas?
Todos nós gostamos de nos sentir desejados e amados, e a verdade é que não queremos que o deixemos de ser! Podemos assim, prender a vida de uma pessoa, por simples capricho?
Será que temos esse direito? Ou até mesmo, Aquele que alguns chamam de Deus, tem-lo!?
O sentimento de uma alma, não se alimenta de dúvidas, nem de palavras com promessas. É errado!
Mas tantas mais coisas são erradas, nesta merda de vida, e mesmo assim nem sempre as corrigimos, ou não temos a coragem para o fazer!
Ás vezes penso que queria ter essa coragem, coragem de dizer NÃO, BASTA!
Aproveita, não deixes que as tuas dúvidas, se entranhem em ti, e façam com que a tua felicidade, se vá embora. Como muitos fazem!


